Ação penal pública incondicional nos crimes contra a mulher como forma de atender ao princípio da igualdade, A

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O presente trabalho busca solucionar a questão entre a divergência doutrinária e jurisprudencial acerca da ação penal nos casos de violência doméstica, familiar e intrafamiliar contra a mulher. Apesar do Superior Tribunal de Justiça ter decidido recentemente sobre o assunto, posicionando-se pela representação da vitima, nos casos de lesão corporal leve e/ou culposa, nos crimes cometidos sob a égide da Lei 11.340/2006, e vinculando os demais tribunais estaduais a esse posicionamento, não há concretamente pacificação quanto à temática. Visto que existem projetos de lei que tramitam na Câmara e Senado Federal que necessitam de uma discussão mais aprofundada com a sociedade civil, haja vista, a fragilidade do tema em comento. O estudo concluiu que mulher em face da decisão daquela Corte, ficou subtraída de seus direitos e garantias fundamentais assegurados pela Carta Magna e pelos Tratados e Convenções internacionais dos quais o Brasil e signatário. Nesse contexto fica explícito que a Lei Maria da Penha é fruto da tentativa de igualar os desiguais, dentro da sua desigualdade, para efetivamente garantir a concretude dos princípios constitucionais estabelecidos pela Constituição Federal de 1988 da Igualdade, da Proteção Integral e da Proibição da Proteção Deficiente (Santos, 2010, p. [11]).

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Disponível, também, impresso.
Inclui bibliografia.

Citation

SANTOS, Marta Aparecida dos. A ação penal pública incondicional nos crimes contra a mulher como forma de atender ao princípio da igualdade. Orientador: Edson Gouveia. 2010. 138 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) - Centro Universitário do Distrito Federal, Brasília, 2010. Disponível em: https://producao-intelectual.mpdft.mp.br/handle/123456789/1092. Acesso em: 22 set. 2025.

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